quarta-feira, dezembro 07, 2016

Elementos da história da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares

No ano do 126º Aniversário dos Bombeiros Voluntários de Colares, alguns elementos da sua centenária história

Bomba  braçal Flaud (1891)
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A bomba Flaud doada aos B. V. de Colares pelo Comandante Eduardo Rodrigues da Costa em 1891

Bomba braçal Metz (1915)
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Bomba Metz, adquirida em 1915

Abril de 1915 "Sendo necessário ir ao Porto buscar a bomba braçal encomendada à firma Augusto Soares& Irmãos, foi resolvido enviar 5 homens ao Porto os quais, ao mesmo tempo representariam a Associação na cerimónia de inauguração do monumento a Guilherme Gomes  Fernandes."
In "Cem anos fazendo o bem" de António Caruna


Outubro 1921-"Registou-se um pavoroso incêndio no Royal Hotel Belle-Vue na Praia das Maçãs, ficando o edificío praticamente destruído.
(...)
Dali a pouco, apareceram os Bombeiros de Colares com a sua bomba braçal em aflita correria. O Com. José Maria de Oliveira conseguiu que o responsável pela estação dos eléctricos do Banzão,de apelido Garcia e pai de Renato Lobo Garcia - que durante muitos anos foi funcionário da Adega Regional de Colares e um esforçado dirigente dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme -, a transportar a bomba e os bombeiros numa vagoneta atrelada ao eléctrico.
Com autorização e até convite do sr.Garcia, o eléctrico levou não só os bombeiros e o seu material como até os populares que ali se encontravam, incluindo o nosso Fernando Serôdio."
In "Cem anos a fazer o bem" de António Caruna
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Bomba braçal Metz

terça-feira, dezembro 06, 2016

Sintra Património da Humanidade 21 anos depois


A classificação da Paisagem Cultural de Sintra pela UNESCO faz 21 anos hoje, numa altura em que a vila regista um aumento do turismo e continua ainda sem solução para o trânsito no centro histórico.

domingo, dezembro 04, 2016

Sobre a Garça-real da Várzea de Colares (Contributos para o Diário)

Desde de 2014 acompanhamos a permanência de Garças-reais no  rio das Maçãs, mais propriamente na área da Várzea de Colares. Nesta altura como permanente existe uma única Garça que  escolheu a Várzea de Colares como seu  habitat, e que compartilha com um feliz bando de Patos-reais.


O habitat da Garça -Várzea de Colares/Foto em 27/11/2016

Na última semana e de forma a manter o "Diário" actualizado, registámos mais estes momentos:
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Foto em 27/11/2016

"A garça-real,fora da época reprodutora encontra-se distribuída praticamente por todo o país, sendo mais numerosa em zonas húmidas do litoral. Ao contrário de outras aves aquáticas também é frequente vê-la nos rios e represas do norte e do centro (por vezes mesmo em altitude), frequentando, portanto, um vasto leque de zonas húmidas como estuários, salinas, pauis, aquaculturas, lagoas costeiras, arrozais, barragens, rios e ribeiras.
A garça-real alimenta-se de peixes, anfíbios, pequenos mamíferos, insectos e répteis. Ocasionalmente pode alimentar-se de crustáceos, moluscos, vermes, aves e matéria vegetal (que ajuda na formação das regurgitações)."
Texto retirado daqui:
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Fotos em 27/11/2016
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Fotos em 27/11/2016
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Foto em 27/11/2016

Ver os Contributos para o Diário da Garça:

sábado, dezembro 03, 2016

PSML venceu de novo o World Travel Award de "Melhor Empresa do Mundo em Conservação"

A Parques de Sintra venceu ontem, sexta-feira, 2 de dezembro, pelo quarto ano consecutivo, o World Travel Award de “Melhor Empresa do Mundo em Conservação”. Entregue na cerimónia oficial que decorreu nas Maldivas, o prémio foi entregue à empresa portuguesa, que voltou a ser a única nomeada europeia nesta categoria perante concorrentes tão fortes de todo o mundo.

sexta-feira, dezembro 02, 2016

A casa do Penedo de Álvaro Cunhal

No momento em que se realiza o XX Congresso o PCP, e porque o Penedo foi uma passagem e local de apoio após a fuga de Caxias de Álvaro Cunhal - Penedo, que terá tido uma grande importância  pessoal para o Ex-Secretário do Partido - reeditamos e actualizamos um post que publicámos em 10 de Novembro de 2013.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/11/efemeride_10.html

A casa utilizada por Álvaro Cunhal no Penedo/Sintra para se refugiar após a sua fuga com outros companheiros da cadeia de Peniche (fonte.TVI)

"No Penedo (Março de  1960), conhece a filha mais velha do casal Isaura Maria Pereira da Silva (Moreira) então com 19 anos com quem passa a viver maritalmente quase de imediato. A filha de ambos, Ana, viria a nascer em Dezembro de 1960.
(...)
Segundo depoimento de Isaura Moreira, a casa do Penedo era muito espaçosa, o que permitia alguma privacidade e Cunhal  baptizou-a como «Monte Ararat» em referência ao local onde pousara a arca de Noé depois do dilúvio.  A vista desafogada agradava a Cunhal, depois de muitos anos de espaço confinado na prisão. Podia igualmente fumar num pátio da casa. O partido colocara à disposição de Cunhal um carro, que usava para se deslocar à série intensa de reuniões que se iniciaram de imediato. Mas depois de tantos anos preso, aproveitava também a solidão do Penedo para sair de casa e passear nos arredores."
In  "Álvaro Cunhal -Uma Biografia Política/O Secretário Geral" de José Pacheco Pereira

Foto retirada de "Álvaro Cunhal -Uma Biografia Política/O Secretário Geral" de José Pacheco Pereira

 Foto  publicada  pela primeira vez em 10/11/2013 de Álvaro Cunhal, no 1º de Maio de 1974 em Lisboa, 5 dias após seu regresso a Portugal