terça-feira, maio 23, 2017

Coisas de Sintra na TVI

Programa televisivo da TVI,"Pesadelo na cozinha" com o Chefe Ljubomir Stanisic, num conhecido restaurante da Praia das Maçãs, utilizando também a Várzea de Sintra e o Eléctrico para cenário de um momento do programa.


Foto em 16/05/2017, na passagem por Colares


Ver mais aqui:
http://colares.blogs.sapo.pt/barmacia-antes-e-depois-do-pesadelo-376212

segunda-feira, maio 22, 2017

Sinais da biodiversidade de Colares

bloguePerdizVarzeadeColares32Têm algum tempo já estas fotos da Várzea de Colares -  os perdigotos na imagem, terão talvez, conseguido sobreviver  à "fileira" de caçadores, e continuar na nossa vizinhança. BloguePerdizVarzeadeColares2BloguePerdizVarzeadeCola8 Biologia da Perdiz Vermelha
Classificação Taxonómica desta espécie mais conhecida como perdiz comum, pertence ao Reino animal, ao Filo Cordata, a Classe das Aves, pertencendo a Ordem dos Galliformes. A Familia dos Phasianidea é uma das sete famílias que compõem a Ordem dos Galliformes. São exemplares da família Phasianidea: os faisões, os perus e claro as perdizes. A Perdiz vermelha pertence ao Género Alectoris. Sendo o nome cientifico da espécie Alectoris Rufa.
A diferença que existe entre macho e fêmea principalmente é no caso do macho a presença de esporão bem desenvolvido nas duas patas pois as fêmeas poderão ter presença de esporão mas apenas num tarso.
O tamanho do macho pode ser maior mais corpulento que a fêmea e o comprimento do tarso ser maior e mais grosso.
A reprodução desta espécie de uma maneira geral inicia-se em Março onde se costuma ver as perdizes aos casais e não em bandos por serem uma espécie monogâmica, dando inicio a postura nos fins de Abril até Junho podendo alargar o prazo dependendo das condições do ano.
A fêmea procura uma pequena depressão no meio da vegetação rasteira onde faz o ninho.
A Perdiz é uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, permanecendo a ninhada junto da fêmea.


(Notas sobre a biologia da Perdiz -retiradas daqui)

sábado, maio 20, 2017

Porque hoje é Sábado...

Porque decorre no norte do País o Rally de Portugal - memórias de fotos dos anos 70 e 80,  quando o Rally TAP, passava por Sintra.
Lagoa Azul, um amplo anfiteatro de espectadores,


Partida de Michéle Mouton/Fabrizia Pons (Audi Quattro), para mais um troço na Lagoa Azul (1982)


Chegada  de  um Alpine RenaultA110 , ao Autódromo do Estoril depois de uma dura prova (1973)

Passagem no Cacém, na Av.Nuno Álvares Pereira.
Fiat 124 Spyder, na curva do antigo Cinema S.João no Cacém

"Ao longo da sua história, o Rally TAP, e mais tarde o Rally de Portugal, escreveram páginas de sucesso no palmarés do Mundial, a ponto de ter sido considerado por cinco vezes o “Melhor Rally do Mundo” e em 2000 ter sido distinguido com o prémio de “Rali com Melhor Evolução do Ano”.
ACP

quinta-feira, maio 18, 2017

Vinho de Colares - Provas de Vinho Comentadas

"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"


quarta-feira, maio 17, 2017

Sessões nocturnas no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas

Via Museu Arqueológico de Odrinhas
Foto MASMO
Ave Amici!

Estamos em plena época romana. O pater familias saúda os convidados e exorta-os a acompanhar as matronas da suadomus numa visita ritual aos túmulos dos antepassados e aos altares dos deuses. Nas sepulturas colocam-se grinaldas e sobre as aras ardem incensos e derramam-se libações. As trémulas luzes das candeias movem misteriosas sombras. Chamados pelos seus próprios nomes, os antigos romanos e suas divindades ganham uma nova vida e tornam-se presentes. As pedras falam!

Funcionamento: Sábado, dia 20 de Maio, três sessões nocturnas às 21.00 horas, às 22.00 horas e às 23.00 horas;
Informação:MASMO



terça-feira, maio 16, 2017

Memórias da Escola Industrial e Comercial de Sintra

Pintura mural executada por António Soares em 1964, sobre um painel fixo à parede, no hall da Escola Ferreira Dias (ex.Escola Industrial e Comercial de Sintra). Encontra-se profundamente integrada na arquitectura da escola e no espírito da época.(fotomontagem RiodasMaçãs)

Photobucket

O Painel da Escola Industrial e Comercial de Sintra

Pintura mural, inventariada com o número ME/401754/146, pertencente à Escola Secundária com 3º ciclo de Ferreira Dias,
Trata-se de uma pintura mural executada por António Soares em 1964, sobre um painel fixo à parede. Encontra-se profundamente integrada na arquitetura da escola e no espírito da época.
Ao centro temos uma figura feminina, com vestes brancas e uma criança sem roupa aos ombros. Esta criança segura
uma placa onde se pode ler "Escola Técnica/ Sintra Cacém". Ao lado desta, encontra-se uma figura masculina, de mais idade, que tem nas mãos um livro.
Do lado esquerdo e direito estão, respetivamente, cinco jovens do sexo masculino e do sexo feminimo, que hasteiam, bandeiras com símbolos alusivos aos vários cursos técnicos lecionados na escola.
A Escola Secundária com 3° Ciclo de Ferreira Dias teve a sua origem na Escola Industrial e Comercial de Sintra, criada 1959. O edifício inicial, onde se encontra a referida pintura, não sofreu grandes modificações desde a sua criação.
O autor da obra, Mestre António Soares (1894 - 1978), viveu numa época em que se começam a afirmar em Portugal novas correntes estéticas, ligadas ao modernismo, a par do naturalismo. Não teve qualquer tipo de formação académica e iniciou-se na vida artística através da ilustração. Destacou-se igualmente nas áreas da arquitetura, decoração e cenografia. No âmbito da pintura mural, podemos destacar as pinturas no café lisboeta, A Brasileira.
Caracteriza-se por um estilo que lembra Columbano, com grande interesse pela figura e pela sensibilidade e emoção que consegue transmitir. Participou em várias exposições
internacionais, entre 1959 e 1967.

texto retirado daqui

Photobucket


Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/11/escola-industrial-e-comercial-de-sintra.html

segunda-feira, maio 15, 2017

Murais da Falagueira

No Concelho vizinho da Amadora, na  Falagueira, um  magnífico tributo a Zeca Afonso, Amália e Carlos Paredes da autoria do artista Odeit. Fotos em 14 de Maio de 2017


Ao chegar à rotunda da estação de metro da Amadora-Este, ninguém fica indiferente a estes 3 Murais gigantes. Dos novos aos mais velhos. Aos curiosos que param o carro para ter a oportunidade de tirar fotografias e também amantes de street-art.



As fachadas dos prédios terão 120 metros, e os murais foram pintados a latas de spray



 Este desafio, lançado pela Câmara Municipal da Amadora e por Catarina Martins, responsável pelo projecto “Conversas na Rua” que decorreu durante o mês de Setembro, de 2016, passa por promover a arte urbana na cidade,

Saber mais sobre o autor:
https://www.odeith.com/tributo-amalia-zeca-carlos-amadora/

domingo, maio 14, 2017

Vitrais do Salão Nobre do Palácio da Pena

O restauro completo do Salão Nobre do Palácio da Pena, foi apresentado em 23 de janeiro de 2014 projecto que implicou um investimento de cerca de 262.500 Euros ao longo de três anos. Após uma nova visita, publicamos hoje, fotos de dois dos extraordinários  vitrais daquele salão.

. O projecto contemplou a reabilitação geral das infraestruturas, a revisão do pavimento e o restauro dos revestimentos em madeira e estuque, dos lustres, dos vitrais e do mobiliário especialmente encomendado por D. Fernando, incluindo peças em reserva e porcelanas. Com informação histórica e o apoio de consultores, procurou-se reapresentar o Salão no seu estado original. Na investigação histórica o projecto contou com análises de materiais do Laboratório José de Figueiredo (DGPC).

Fonte:Texto da PSML (adaptado)
Janela do Salão Nobre
"Pouco antes do seu casamento com a Condessa d’Edla, o D. Fernando II redecora o Salão Nobre do Palácio da Pena, encomendando à casa Barbosa e Costa, em Lisboa, o mobiliário, as luminárias e os têxteis e introduz uma mesa de bilhar. Quer no tempo do Rei D. Carlos, quer depois da queda da monarquia em 1910 e adaptação da antiga residência real a museu, esta decoração sofreu diversas alterações. Nos finais dos anos de 1950, com a excepção do mobiliário encomendado por D. Fernando especificamente para este espaço, o Salão Nobre tornara-se num espaço bastante despojado. Posteriormente, com a incorporação de doações particulares e depósitos de outros museus e palácios, e com o objectivo de criar ambientes tardo-oitocentistas, a musealização do Palácio da Pena e, em especial, do Salão Nobre, passou a expor objectos que nunca aí haviam estado. 
Texto PSML
Salão Nobre -foto de 2014

Eléctrico da Praia das Maçãs - Uma Imagem de Marca de Sintra

 Foto na passagem por Colares em 13/05/2017



O eléctrico de Sintra foi inaugurado há 113 anos, a 31 de Março de 1904, com o material circulante encomendado à J.G.Brill Company (Estados Unidos).O percurso, com uma extensão de 8.900 metros, foi prolongado a 10 de Julho desse ano até à Praia das Maçãs, totalizando uma extensão de 12.685 metros. Mais tarde, a 31 de Janeiro de 1930, o eléctrico chegou às Azenhas do Mar.
Na sua já longa vida, o eléctrico, parte integrante da bela paisagem de Sintra, tão acarinhado pelas populações que o vêem passar às suas portas há mais de cem anos, teve ao longo da sua exploração algumas paragens , felizmente sempre retomadas.
O eléctrico da Praia das Maçãs acompanhou diversos ciclos da nossa história. A 1ª tentativa de construção da linha de caminho de ferro entre Sintra e Colares foi em 1886, reinava então D. Luis.
A 2 de Julho de 1900, é constituída a Companhia de Caminho de Ferro de Cintra à Praia das Maçãs SARL, ainda em monarquia, no reinado de D.Carlos.
Anos mais tarde a empresa sofre uma alteração e passa a denominar-se “Cintra ao Oceano”, em 1904 , já no fim do regime monárquico, e mantém-se até 1914, já em pleno regime Republicano, com os eléctricos pintados de amarelo.
A cor azul, surgiu com a Companhia Sintra Atlântico (1914-1975), posteriormente consequência das privatizações que aconteceram após o 25 de Abril de 1974, tendo sido integrada na Rodoviária Nacional (1976-1995).
Em 1995, já em plena democracia, com a onda de privatizações na altura, é adquirida pelo grupo Barraqueiro, que vendeu 20% do capital ao grupo britânico Stagecoach Holding, que acabou por pintar os eléctricos de vermelho.
Nos nossos dias o eléctrico renasceu a partir de 1996, em várias fases , recuperando-se inicialmente o troço Estefânia, Ribeira de Sintra e inaugurando-se posteriormente o troço entre a Ribeira de Sintra e o Banzão a 30 de Outubro desse ano. A passagem da exploração para a Câmara Municipal de Sintra, permitiu retomar a circulação em 2001, e mais tarde fazer chegar de novo o eléctrico à Praia das Maçãs.
Pedro Macieira/Blog rio das Maçãs

Fontes consultadas:
“O eléctrico de Sintra um percurso centenário” –Júlio Cardoso,Valdemar Alves ed.CMS
Sintra Regional (2004)
Obras de José Alfredo da Costa Azevedo
Photobucket

sexta-feira, maio 12, 2017

Documentário "D.Fernando ll - Notas Biográficas" apresentado no Palácio da Pena

Foto em 11/05/2017

A Parques de Sintra (PSML), marcou o o encerramento da exposição ““Fernando Coburgo fecit: a actividade artística do rei-consorte” ,dedicada à obra artística do monarca foi inaugurada a 29 de Outubro de 2016, data de aniversário do rei, com o propósito de assinalar o bicentenário do nascimento de D. Fernando II, criador do Parque e Palácio da Pena, com a exibição do documentário “D. Fernando II – Notas Biográficas”, 


O documentário “D. Fernando II – Notas Biográficas”, realizado por João Santa Clara, a partir do guião de João de Oliveira Cachado, levanta um conjunto de questões pertinentes sobre o monarca e regista aspectos biográficos com base em testemunhos de diferentes especialistas nos domínios em que o rei repartiu a sua actividade, como é o caso da historiadora de arte, Raquel Henriques da Silva, da historiadora e autora da biografia de D. Fernando II, Maria Antónia Lopes, da historiadora de arte, Maria João Neto, e do diretor do Palácio Nacional da Pena, António Nunes Pereira, e produção  de Mário João  Machado.

Durante a exibição do documentário no torreão do Palácio da Pena em 11/05/2017

quinta-feira, maio 11, 2017

Farol do Cabo da Roca e os fotógrafos

Foto em 30/03/2017

Ao Cuidado da Parques de Sintra Monte da Lua (PSML):

No  "Jornal da Região" de 11 a 17 de Maio de 2017. (Com fotos  do Farol anteriores a 2013)
 "Valorização do Farol do Cabo da Roca"

Alguma admiração pela decisão, será  talvez uma boa notícia - mas há questões que geram alguma dúvidas:
 No jornal da Região (e também no site oficial da CMS), continuam a ser publicadas fotos do Farol do Cabo da Roca que não são actuais ou manipuladas).

A notícia da nova gestão do Farol no Jornal  "Correio de Sintra" de  4 a 9 de Maio de 2017 (com foto actual)

"Gestão do Farol do Cabo da Roca passa para a Parques de Sintra" no "Correio de Sintra"

Desde 2013 foi "implantada", pelo então MAI, em área de paisagem protegida do Parque Natural Sintra Cascais, junto ao Farol uma torre metálica de 50 metros, (o farol tem 22m) e que faz parte de uma rede de radares da orla marítima. A instalação da torre teve silêncios cúmplices do Parque Natural Sintra-Cascais, Câmara Municipal de Cascais, e Câmara Municipal de Sintra.

Assunto que este blog tem denunciado desde essa altura. A torre provoca um "ruído", naquela paisagem, muito visitada, e destrói qualquer imagem fotográfica do  Farol e dos edificíos envolventes. Situação que todos percebem, e por esse motivo não publicam fotos actuais...

Historial

11 de Janeiro de 2014 (post do blog)
 O Farol do Cabo da Roca e a torre de radar de 50 metros de altura, instalada pelo M.A.I

Achamos curioso que não exista nenhuma foto oficial ou não, no novo cenário do farol do Cabo da Roca com a escandalosa torre metálica instalada pelo M.A.I. junto ao farol (torre com 50m e o farol com 22m) - durante visita de Basílio Horta, ao Cabo da Roca no âmbito da "Presidência Aberta", que ontem fez a Sintra.
Assunto tabu para os ambientalistas da região, começa agora a imagem do farol a ser "apagada" pelos fotógrafos que visitam o local e que antes utilizavam o cenário do local com o farol como alvo principal das suas fotos.

 "Compreendo que são necessárias informações sobre o tráfego marítimo, mas não acredito que o único sítio para ter a antena seja ali. Não acredito. É preciso sensibilidade. Temos jóias turísticas e culturais, temos de as preservar, e o Cabo da Roca é uma preciosidade. A sensibilidade deve ser transversal a todas as entidades públicas. Isto é uma falta de sensibilidade de quem autorizou e a verdade é que vai ser muito difícil mudar aquele monstro que está ali".
Basílio Horta ontem no Cabo da Roca (via blog Tudo sobre Sintra)

O blog "Tudo Sobre Sintra", publica as afirmações sobre o assunto feitas pelo Presidente da C.M.S.no local --Aqui


5 de Setembro de 2013 (post do blog)
Sobre a torre de radar que o Ministério da Administração Interna (MAI) instalou agora junto ao Farol do Cabo da Roca, publicou o jornal "Público"  a 4 de Outubro de 2012, uma notícia da autoria de Luís Filipe Sebastião, que voltamos a transcrever:
"O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) chumbou a instalação de uma torre metálica com 45 metros de altura, para vigilância da costa, a escassas centenas de metros do farol do Cabo da Roca. O projecto apanhou de surpresa a Câmara de Sintra, onde há quem considere que a sua viabilização constituirá "um crime ambiental e paisagístico." O jornal Público, refere ainda que " uma fonte do ICNF terá adiantado que o Ministério da Administração Interna estava a estudar um pedido de suspensão do plano de ordenamento do PNSC no Cabo da Roca, para levar por diante o projecto, mas a intenção também não foi confirmada oficialmente, quer pelo ICNF, quer pelo MAI. O presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara (PSD), disse desconhecer o projecto e solicitou informações aos serviços, reservando para mais tarde uma posição." 
  FarolCRTorre03092013Blogue Fotos em 3 de Setembro de 2013, com a torre com 45 metros já completamente montada.
Do facto consumado aos silêncios cúmplices.
 Durante o mês de Agosto,(2013) o MAI decidiu instalar uma torre Metálica com 45 metros junto ao Farol do Cabo da Roca (22metros), numa zona protegida do Parque Natural Sintra Cascais. Considerou o Ministério de Administração Interna (MAI),  que Agosto, seria a altura do ano ideal para contrariar as decisões anteriores, utilizando a politica do facto consumado - conhecendo o silêncio/cumplicidade, de todas as entidades que o ano passado tinham chumbado o projecto - e surpreendentemente também das organizações que se dizem defensoras do ambiente.
 Acções efectuadas desde 09/08/2013 para obter a posição das entidades envolvidas:
 -Contacto através do site da C.M.Sintra -Não houve resposta resposta

-Contacto para a linha verde da C.M. de Cascais :
1)"Acusamos a recepção da S/ comunicação infra, mas o assunto em causa não está no âmbito da N/ actividade pelo que sugerimos o contacto com a Câmara Municipal de Cascais"

-Contacto via e-mail no site do ICNF (PNSC-ICNF) -Não houve resposta

-Denúncia efectuada no SEPMA (Serviço de protecção da natureza e ambiente,GNR)

-Contacto via e-mail com C.M. de Cascais:
-1)"Obrigado pela sua mensagem que foi registada com a referência E-DCID-2013-8917 e enviada à respetiva área de responsabilidade para análise. Esperamos poder dar-lhe uma resposta brevemente."
- 2) "Acusamos a receção do seu mail que nos mereceu a melhor atenção. Encarrega-me o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Dr. Carlos Carreiras, de informar que o mesmo foi encaminhado para o gabinete do Sr. Vice-Presidente, Miguel Pinto Luz."

Informações/Contactos desde 22/08/2013
 -A CDU apresentou a queixa à UNESCO: http://www.tudosobresintra.com/2013/08/cdu-denuncia-unesco-torre-de-45-metros.

-Resposta do candidato à CMS, Marco Almeida a leitor deste blog: "Considero, como diz, uma autêntica aberração. Pressionar Governo para que seja removida. A Câmara Municipal de Sintra não tem competência naquela faixa do território. Prometer mais é faltar à verdade. "

- Resposta da SIC a um leitor deste blog: "Agradecendo o seu interesse pela nossa estação televisiva, informamos que o seu testemunho foi encaminhado para a Produção de Informação da SIC, que verificará a possibilidade e o interesse de efetuarmos alguma referência noticiosa. Sem outro assunto de momento, agradecendo o seu contacto, e colocando-nos à sua inteira disposição para futuros contactos, apresentamos os nossos melhores cumprimentos em nome de toda a equipa da SIC, Abraço"

-Envio de pedido(através do site da candidatura)da posição sobre a instalação da torre no Cabo da Roca à candidatura a Sintra do Partido dos Animais e Natureza -PAN (23/08/2013):

-Resposta do PAN em 29/08/2013:
"Desde já agradecemos a atenção em enviar-nos estas questões, que temos muito gosto em responder. A nossa posição é que o local escolhido para a instalação da torre não é o mais inteligente e não foi a melhor opção escolhida, parece nos que não foi escolhido através de um estudo aprofundado na matéria, para obter um maior leque de alternativas válidas. No nosso entendimento, acreditamos que a mesma terá que ser colocada, mas que deveria ter sido acautelado um local mais próprio, menos problemático, e menos anti-ambiente e anti-turismo como o local onde decidiram colocar a mesma.

Grato pela atenção.

Nuno Azevedo
Candidato à Câmara de Sintra
PAN Sintra"

-Envio de pedido (através do site da candidatura) da posição sobre a instalação da torre no Cabo da Roca  à candidatura do Partido Socialista à Junta de Freguesia de Colares (23/08/2013) -Não houve resposta
  FarolTorre03092013Blogue Fotos em 03/09/2013
 http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/08/ministerio-de-administracao-interna.html

Post relacionado-Farol do Caco da Roca e o Estado de Direito:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/02/cabo-da-roca-torre-metalica-e-o-estado.html

Coisas de Sintra (reedição)

Hotel Nunes (Foto da colecção de  Valdemar Alves)

Notas de José Alfredo Azevedo em "Bairros de Sintra":

“No Largo do Meca está indicado o edifício onde funcionou o Hotel Nunes, recentemente demolido para a construção de uma nova unidade hoteleira que, por várias razões se está assemelhando às célebres «obras de Santa Engrácia»(as obras recomeçaram em 1977 e terminaram em 1980).

Nesse edifício em 1850 estava instalada a Pensão de Bragança.A propriedade pertencia nessa época ao 7º Visconde de Asseca. (Visconde de Asseca era bisavô do que foi, em data recente, presidente da nossa Câmara, de nome próprio Salvador Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara), nascido a 2 de Agosto de 1825 e falecido a 25 de janeiro de 1852.”

ANTES

O Hotel Nunes antes de ser demolido (Foto no "Bairros de Sintra)"O nome do hotel deriva do nome de um dos antigos proprietários João Nunes.
DEPOIS....
O Hotel Tivoli Sintra construído no local onde existia o Hotel Nunes
Um edifício construído sem respeitar o ambiente urbanístico da Vila de Sintra e a sua história.

Publicidade minimalista em 1937, no "Jornal de Sintra"

Os preços do Hotel Nunes em 1907

Post relacionado :
Hotéis de Sintra antiga-pressionar

quarta-feira, maio 10, 2017

Sobre o Ramisco

Vindimasramisco19092011cFinal
Foto 19/09/2011 Vinha Ramisco/Fontanelas

"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"

Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.

vindimasramisco19092011Final
Foto 19/09/2011Vinha Ramisco/ Fontanelas


"RAMISCO - Privilégio e maldição de Colares
É a casta de Colares, a identidade da região, o espelho mágico da identidade e singularidade de uma região única. É simultaneamente o privilégio e a maldição de Colares. Será porventura uma das castas mais exóticas de Portugal, uma das mais mal compreendidas, uma das menos estudadas e aproveitadas… e, quem sabe, uma das mais promissoras. Pela forma como sempre foi cultivada em Colares, em solos de areia de profundidade extrema, nunca consentiu as amarguras da filoxera. Por isso sempre foi plantada em pé-franco, em produção directa, sem necessidade de recorrer a portaenxertos. Subsistem dezenas de cepas históricas, plantas com idade superior aos 100 anos, verdadeiros patrimónios genéticos de valor incalculável. Infelizmente, e por a casta se encontrar confinada à região de Colares, quase não existem experiências na utilização de porta-enxertos americanos. Desconhece-se pois a sua valência fora da região natural. Mas a casta encerra promessas interessantes, em parte pela elevada acidez natural, que a poderiam qualificar para uma utilização mais intensiva e profícua, nomeadamente nas regiões mais soalheiras de Portugal. No Alentejo poderia ser uma solução. A pressão urbanística e a ameaça directa da construção civil são hoje o principal entrave da casta, acenando com um eventual, e assustador, perigo de extinção. A sua migração dependerá do resultado dos estudos de adaptação com porta-enxertos americanos. Os taninos fortes e a acidez natural elevada são as características distintivas da casta. Estas insígnias inatas dão-lhe especial aptidão para criar vinhos extremes, vinhos com uma enorme capacidade de guarda, mas igualmente vinhos que necessitam de muito tempo de estágio. Vinhos difíceis enquanto jovens, e portanto, vinhos de espírito pouco comercial. Mas o tempo confere-lhe elegância, polimento, perfume e delicadeza, descritores pouco comuns nas castas portuguesas. O tempo encarrega-se também de evidenciar os discretos aromas florais, a cereja e os aromas terrosos, a resina e o cedro.O potencial de acidez poderá revelar-se precioso no loteamento com castas de baixa acidez natural, como a Aragonês.(...)"

De um texto de Rui Falcão publicado em Blue Wine 21

VindimasRamisco19092011iFinal
Foto de uvas Ramisco/Fontanelas
Post relacionado: Vindimas em Colares -aqui

terça-feira, maio 09, 2017

Debate sobre a caça hoje na Assembleia da República

"O PAN (e Bloco de Esquerda), levam a debate no Parlamento, seis iniciativas legislativas que visam a alteração do Regime Jurídico da Caça. São três projectos de lei e três projectos de resolução que, segundo o partido revelou nesta segunda-feira, em comunicado, têm como objectivos “salvaguardar a preservação da biodiversidade, garantir a saúde pública e reforçar a protecção animal”. As medidas passam principalmente por reduzir os dias de caça, impedir a utilização de matilhas e sancionar a utilização de venenos."
 Fonte: Jornal "Público"
A rola é uma ave da mesma família dos pombos e distingue-se destes por ser mais pequena (28 cm) e de silhueta mais esbelta; em voo nota-se o batimento de asas mais irregular e a cauda negra com barra terminal branca. Outra característica notável é a existência de listras pretas e brancas no pescoço. É uma ave migradora que invernando no continente africano, vem nidificar à Europa; a sua entrada dá-se a partir do mês de Abril e chegam até ao sul da Escócia e ao norte da Alemanha. De fins de Julho a fins de Setembro, e mesmo princípios de Outubro, partem para a sua área de Inverno, na Africa tropical (Gâmbia, Senegal, norte da Nigéria, Chade, Sudão, Abissínia e Eriteia), registando-se as grandes entradas nestes países em meados de Setembro. A sua alimentação baseia-se em sementes de plantas espontâneas e de plantas de cultivo, cereais, mas também come insectos, embora em pequena percentagem.
As rolas são normalmente vistas aos pares ou em grupos que podem atingir os cinquenta elementos. São aves tímidas, mas que se fazem ouvir de forma notável no Verão, com o seu arrulho de chamamento. Os primeiros ninhos são feitos em Maio, construídos rudimentarmente com gravetos entrecruzados, em árvores várias e também em silvados, tojos e arbustos diversos. A postura e de dois ovos, raramente um; a incubação é feita por ambos os sexos e dura 13 a 14 dias.
Texto encontrado Aqui

Fotos no Mucifal/Colares -espécies alvos dos caçadores.
Biologia da Perdiz Vermelha
Classificação Taxonómica desta espécie mais conhecida como perdiz comum, pertence ao Reino animal, ao Filo Cordata, a Classe das Aves, pertencendo a Ordem dos Galliformes. A Familia dos Phasianidea é uma das sete famílias que compõem a Ordem dos Galliformes. São exemplares da família Phasianidea: os faisões, os perus e claro as perdizes. A Perdiz vermelha pertence ao Género Alectoris. Sendo o nome cientifico da espécie Alectoris Rufa. 
A diferença que existe entre macho e fêmea principalmente é no caso do macho a presença de esporão bem desenvolvido nas duas patas pois as fêmeas poderão ter presença de esporão mas apenas num tarso.
O tamanho do macho pode ser maior mais corpulento que a fêmea e o comprimento do tarso ser maior e mais grosso. 
A reprodução desta espécie de uma maneira geral inicia-se em Março onde se costuma ver as perdizes aos casais e não em bandos por serem uma espécie monogâmica, dando inicio a postura nos fins de Abril até Junho podendo alargar o prazo dependendo das condições do ano. 
A fêmea procura uma pequena depressão no meio da vegetação rasteira onde faz o ninho.
A Perdiz é uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, permanecendo a ninhada junto da fêmea. 


(Notas sobre a biologia da Perdiz -retiradas daqui)

segunda-feira, maio 08, 2017

Dia Internacional do Burro

Hoje, 8 de Maio, é o Dia Internacional do Burro. Mas mais do que num dia, este extraordinário animal é lembrado ao longo de um mês inteiro.
Fotos em 25/03/2017 na Quintinha de Monserrate
Saber mais:
http://www.noticiasdonordeste.pt/2015/05/hoje-e-o-dia-internacional-do-burro.html

O 140º Aniversário da Sociedade União Sintrense



Hoje dia 8 de Maio, a S.U.S. Comemora o seu 140º

Aniversário

Foto durante Baile das Camélias de 2017,  (80ª edição), com a lotação esgotada, como acontece sempre  ao longo dos anos nesta tradicional realização da Sociedade União Sintrense.
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